Será que estou no lugar certo?

Planejar o próximo passo de carreira pode ser uma tarefa desafiadora. Quando nos sentimos felizes, basta seguir em frente, provavelmente estamos no lugar certo. Mas será que estamos fazendo aquilo que realmente gostamos ou nos acomodamos deixando a vida nos levar?

Ter um bom cargo ou uma remuneração atrativa pode mascarar incômodos. Assim acabamos deixando a reflexão se estamos realmente no lugar certo para outro dia. Enquanto o dinheiro é bom e o cargo ‘socialmente aceito ou até admirável’, falta de prazer ou senso de realização passam desapercebidos. Entender o ‘lugar’ de maior potencial é uma das grandes descobertas para se ter uma carreira de sucesso.

Isso aconteceu com nosso cliente Thiago (nome fictício para preservar a confidencialidade).

Thiago chegou até nós com uma trajetória profissional bastante convencional. Formado em Turismo, estagiou em alguns hotéis e foi crescendo. Na área de atendimento ao hóspede identificou uma oportunidade de implementar indicadores para avaliar a qualidade do serviço. Se considerava bem-sucedido em suas atividades, mesmo sem ‘amar’ o que fazia. Muitas vezes chegava exausto do trabalho. Enxergava uma gerência como próximo passo pelo ritmo que vinha sendo promovido.

Decidido a fazer um MBA fora do Brasil foi para a Itália. Aluno dedicado, recebeu o convite por meio de um professor para atuar em um escritório de advocacia como responsável pela análise de viabilidade de negócios entre o Brasil e o país em que estava. Mesmo percebendo que aquelas atividades pouco tinham a ver com seu conhecimento, continuou. Entendia que aquilo era bom para o currículo.

O próximo convite, de outro professor, veio em seguida: trazer ao Brasil uma empresa de fomento de start-ups ligadas a inovação. Essa empresa conecta investidores e start-ups. Grande parte das interações se dá por meio de palestras e eventos de networking ofertados e organizados pela empresa. De volta ao Brasil, Thiago contratou um profissional experiente para cuidar da intermediação dos relacionamentos, pois isso lhe consumia muita energia e pouca satisfação.

Thiago era o responsável pelo negócio, tinha metas a cumprir. Depois de 6 meses o problema começou a aparecer: os resultados estavam muito abaixo do esperado. Justificativas? Existiam muitas: a crise, a falta de se aprofundar no mercado… A cada ação, mais perdido Thiago ficava. Um dia ele nos procurou dizendo: ‘não aguento mais o que estou fazendo, acho que devo voltar a trabalhar num hotel’.

Você já se sentiu assim? Está passando por isso?

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